quarta-feira, 17 de setembro de 2008
O que faz com que pessoas amem apenas a idealização que fizeram da gente?
Elas se sentem no direito de criar, inventar, construir e imaginar quem não somos.
Se apaixonam por esse alguém, e o mais grave: nos cobram por não sermos o que elas gostariam que fossemos.
Qual a parte que pulei nessa lição?
É tão errado amar as pessoas como elas simplesmente são? O contrário seria verdadeiramente amor?
Elas se sentem no direito de criar, inventar, construir e imaginar quem não somos.
Se apaixonam por esse alguém, e o mais grave: nos cobram por não sermos o que elas gostariam que fossemos.
Qual a parte que pulei nessa lição?
É tão errado amar as pessoas como elas simplesmente são? O contrário seria verdadeiramente amor?
Não!
Amar o que é simples é fácil, é como amar o que eu gostaria de ser e não sou. Agora amar uma pessoa inteira que é complicado. Amar uma pessoa com suas dores, com seus problemas, com seu eventual mau-humor, com seus segredos, com seu espaço, com seus desejos e, o mais importante, amar apesar de tudo isso, que é amar de verdade.
Amor envolve confiança, envolve aceitação, envolve empatia, cuidado, carinho, preocupação. Envolve ouvir a verdade, e as dores, por mais difíceis que elas sejam e ainda assim querer fazer parte, pôr no colo e cuidar. Amor envolve o desejo de tirar a dor de alguém com as mãos se fosse possível, envolve entendimento, envolve doação.
E se alguém não me ama como sou, então não quero esse amor pela metade!
Quero amor de verdade, amor amizade, amor inteiro, amor irmão...
.
0 recadinhos:
Postar um comentário